Morre empresário angolano Henriques Miguel “Riquinho”

O empresário angolano Henriques Miguel, conhecido publicamente como “Riquinho”, morreu na madrugada desta Sexta-feira, 30, no Hospital Dom Alexandre do Nascimento, em Luanda, onde se encontrava internado após uma paragem cardíaca. Segundo informações de uma fonte hospitalar, o empresário foi inicialmente assistido na Clínica Endiama, tendo sido posteriormente transferido para o Hospital Dom Alexandre do…
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Empresário faleceu na madrugada desta Sexta-feira, 30, no Hospital Dom Alexandre do Nascimento, em Luanda, após o agravamento do seu estado clínico, na sequência de uma paragem cardíaca.
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O empresário angolano Henriques Miguel, conhecido publicamente como “Riquinho”, morreu na madrugada desta Sexta-feira, 30, no Hospital Dom Alexandre do Nascimento, em Luanda, onde se encontrava internado após uma paragem cardíaca.

Segundo informações de uma fonte hospitalar, o empresário foi inicialmente assistido na Clínica Endiama, tendo sido posteriormente transferido para o Hospital Dom Alexandre do Nascimento, depois de ter sido internado de emergência na quinta-feira, 29 de Outubro. O seu estado clínico acabou por se agravar, culminando na sua morte.

A informação sobre um eventual atraso na transferência entre as unidades de saúde foi igualmente avançada, mas carece de confirmação oficial quanto à sua relação com o desfecho clínico.

Henriques Miguel foi uma das figuras associadas à promoção do entretenimento, da cultura e da realização de grandes espectáculos em Angola, tendo desenvolvido grande parte da sua actividade empresarial através da produtora Casablanca.

Ao longo da sua trajectória, destacou-se pela promoção de espectáculos com artistas internacionais de renome, entre os quais Roberto Carlos, Julio Iglesias, Ivete Sangalo, Cesária Évora e 50 Cent, contribuindo igualmente para a projecção de vários músicos angolanos.

Para além da actividade no sector cultural, Riquinho esteve ligado a iniciativas de gestão e apoio desportivo, através da Casa Real, com participação em projectos de apoio a caravanas e selecções nacionais. Chegou também a apresentar uma candidatura à presidência da Federação Angolana de Basquetebol (FAB).

Nos últimos anos, o empresário envolveu-se em iniciativas relacionadas com o sector dos transportes, particularmente em acções de apoio aos taxistas em Angola.

A sua trajectória ficou também marcada por uma prolongada reivindicação de uma dívida de vários milhares de dólares junto do Estado angolano, referente a serviços prestados no domínio cultural, uma questão que o empresário tornou pública em diversas ocasiões.

Foto: DRFoCom a sua morte, o país perde uma figura cuja actividade empresarial esteve ligada à promoção de espectáculos, ao desenvolvimento da indústria do entretenimento e à dinamização de iniciativas culturais e desportivas.

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