A companhia aérea moçambicana, LAM, foi forçada a adoptar um plano de operações que a permite comprar sobressalentes em tempo de restrições pandémicas, estratégia que inclui a inclusão de rotas alternativas no mapa de serviços para preservar a capacidade de manutenção da frota, de acordo com a sua gestão.
O objectivo, segundo o chairman da LAM, João Pó Jorge, é manter as operações da companhia funcionais, através de importação de peças compradas no espaço europeu. “Sentimos algum impacto com a proibição de voos entre Moçambique e alguns destinos, mas tivemos de nos adaptar rapidamente a essa realidade, recorrendo a rotas alternativas, para garantir o fornecimento de peças necessárias à manutenção dos nossos aparelhos”, declarou João Pó Jorge.
Para o responsável , uma das alternativas tem sido a importação de peças através de trajectos que ligam África e Europa por via da Ásia, uma vez que os voos da LAM estão proibidos de entrar no espaço europeu vindos directamente daquele país do índico. João Pó Jorge disse ainda que a Europa é a principal fonte de abastecimento de peças da transportadora moçambicana de bandeira.
Numa tentativa de conter a propagação da nova estirpe do SARS-CoV-2, diversos países, incluindo Portugal, fecharam fronteiras aos estrangeiros ou suspenderam e restringiram viagens internacionais para alguns países da África Austral, região em que se insere Moçambique.
Fonte: Lusa





