Economia azul em Cabo Verde será dinamizada pela Blu-X

A Bolsa de Valores de Cabo Verde vai lançar em Novembro deste ano, na cidade de Mindelo, a plataforma regional denominada Blu-X, para listagem e negociação de instrumentos financeiros sustentáveis ​​e inclusivos orientados para a economia azul, apurou a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA. Alojada na Bolsa de Valores de Cabo Verde, a Blu-X facilitará o investimento em…
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Alojada na Bolsa de Valores do arquipélago, a Blu-X facilitará o investimento em projectos inovadores e sustentáveis​​ de economia marítima, desbloqueando financiamentos privados.
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A Bolsa de Valores de Cabo Verde vai lançar em Novembro deste ano, na cidade de Mindelo, a plataforma regional denominada Blu-X, para listagem e negociação de instrumentos financeiros sustentáveis ​​e inclusivos orientados para a economia azul, apurou a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA.

Alojada na Bolsa de Valores de Cabo Verde, a Blu-X facilitará o investimento em projectos inovadores e sustentáveis​​ de economia marítima, desbloqueando financiamentos privados para empreendimentos de alto impacto.

O presidente da Bolsa de Valores de Cabo Verde, Miguel Monteiro, que falava, há dias, durante a Ocean Race Stakeholders Conference, em Espanha, fez saber que a plataforma proporciona à Cabo Verde uma oportunidade de ser pioneiro em finanças sustentáveis orientadas para a economia azul, ao mesmo tempo que orienta o capital privado de forma a servir as pessoas e o planeta.

“Através da Blu-X, Cabo Verde demonstrará como uma pequena economia oceânica pode fazer uma transição bem-sucedida, diversificar as suas fontes de financiamento, promover o empreendedorismo, tornar-se mais conectado a mercados-chave, e inspirar outros pequenos Estados insulares em desenvolvimento”, referiu Miguel Monteiro.

A plataforma Blu-X procura capitalizar a posição natural de Cabo Verde como pivô estratégico entre várias regiões com vastas economias, já que a demanda por investimentos sustentáveis ou de impacto aumentou, enquanto se espera um crescimento maciço da economia dos oceanos nos próximos 15 anos, especialmente em transporte e navegação sustentável, portos, energia eólica offshore, aquacultura marinha, processamento de pescado, gestão de resíduos e a transição para as energias renováveis.

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