BAI inicia alienação de mais de 972 mil acções próprias

Um total de 972.500 acções próprias do Banco Angolano de Investimentos (BAI) fazem parte de uma operação de alienação que teve início no mercado de bolsa de acções, gerido pela Bodiva - Bolsa de Dívida e Valores de Angola. De acordo com uma nota da instituição bancária enviada à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA nesta Segunda-feira, 10,…
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Banco Angolano de Investimentos dá conta que a referida alienação, que estará disponível de 24 de Outubro a 30 de Dezembro, se destina a todos os investidores interessados, sujeitos aos termos e a lei
Economia Negócios

Um total de 972.500 acções próprias do Banco Angolano de Investimentos (BAI) fazem parte de uma operação de alienação que teve início no mercado de bolsa de acções, gerido pela Bodiva – Bolsa de Dívida e Valores de Angola.

De acordo com uma nota da instituição bancária enviada à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA nesta Segunda-feira, 10, a referida alienação destina-se a todos os investidores interessados, sujeitos aos termos e limites estabelecidos por lei.

“A operação estará disponível de 24 de Outubro a 30 de Dezembro de 2022, nos Agentes de Intermediação registados na Bodiva, na Rede de Agências BAI e no BAI Directo”, refere a nota do BAI.

Recordar que, no âmbito do seu Programa de Privatização (PROPRIV), o Estado angolano colocou à venda em bolsa as suas acções que detinha indirectamente no BAI, através da Sonangol e da Endiama, o que correspondia a 10% do capital social da instituição bancária, tendo arrecadado 40 mil milhões de kwanzas

Com a admissão a negociação em bolsa, o Banco Angolano de Investimento tornou-se a primeira empresa angolana e a primeira instituição bancária a ter as suas acções cotadas em bolsa.

A estrutura do BAI é composta por 54 accionista, mas nenhum detém participação qualificada, embora a Sonangol se destaca com 8,50% do capital social. Fazem ainda parte desta estrutura a Oberman Finance Corp (5%), Dabas Management Limeted (5%), Mário Palhares (5%), Theodore Giletti (5%), Lobina Anstalt (5%), Coromasi Participações Lda (4,75%), Mário Barber (3,87%), Luís Lélis (3%) e outros não identificados, que repartem os restantes 54,88% do capital.

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