Autoridade Reguladora da Concorrência de Angola aquivou boa parte dos processos analisados

A Autoridade Reguladora da Concorrência de Angola (ARC), criado há quatro anos, analisou, até ao momento, cerca de 21 processos, tendo arquivado a maior parte, por não se tratar de matéria de concorrência, mas de concorrência desleal. Os processos, registados pelo órgão responsável pelo asseguramento, observância e respeito pelas regras da concorrência, evolvem empresas que…
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Os processos analisados pela Autoridade Reguladora da Concorrência em Angola envolvem empresas que actuam no sector das telecomunicações, financeiro e distribuição alimentar.
Economia

A Autoridade Reguladora da Concorrência de Angola (ARC), criado há quatro anos, analisou, até ao momento, cerca de 21 processos, tendo arquivado a maior parte, por não se tratar de matéria de concorrência, mas de concorrência desleal.

Os processos, registados pelo órgão responsável pelo asseguramento, observância e respeito pelas regras da concorrência, evolvem empresas que actuam no sector das telecomunicações, sector financeiro e distribuição alimentar.

Os dados foram avançados, há dias, aos jornalistas, em Luanda, pelo referido órgão, momentos antes da realização da 3ª Conferência Anual sobre Concorrência e Regulação económica em Angola.

O chefe de Departamento Jurídico e do Contencioso da ARC, Adalberto Cauaia, garantiu que a instituição tem estado a prevenir e combater as práticas restritivas da concorrência, como abuso de posição dominante, dependência económica, bem como práticas colectivas proibidas.

Por sua vez, a administradora do mesmo órgão, Ana Ramalheira, revelou que a instituição está a preparar um novo estatuto remuneratório e plano de carreiras para se tornar um instituto administrativo independente.

“É preciso mudarmos toda a estrutura, prepararmos os quadros e sermos autossuficientes, mas em termos materiais e operacionais temos exercido essa independência”, explicou.

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