Angola terá primeira fábrica de lentes oftálmicas

Angola contará, em breve, com a primeira fábrica de lentes oftálmicas da empresa Oftalmed, localizada no município de Viana, em Luanda, desenvolvida com a colaboração de marcas de renome internacional, como as alemãs ZEISS, um dos maiores produtores de lentes do mundo, a Schneider e a Buhler, empresas tidas como líderes mundiais no desenvolvimento e…
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Infra-estrutura foi desenvolvida com a colaboração de marcas de renome internacional, como as alemãs ZEISS, Schneider e a Buhler, consideradas líderes mundiais na produção de máquinas para o sector.
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Angola contará, em breve, com a primeira fábrica de lentes oftálmicas da empresa Oftalmed, localizada no município de Viana, em Luanda, desenvolvida com a colaboração de marcas de renome internacional, como as alemãs ZEISS, um dos maiores produtores de lentes do mundo, a Schneider e a Buhler, empresas tidas como líderes mundiais no desenvolvimento e produção de máquinas industriais para o sector.

Segundo uma nota enviada à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, o projecto foi financiado pelo Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA). “Este investimento é de extrema importância para o desenvolvimento socioeconómico de Angola, sendo o primeiro da indústria produtora de dispositivos médicos da especialidade, na África Central e nos PALOP”, lê-se no documento.

Amyn Habib, Administrador da Oftalmed, citado na nota, explica que a unidade fabril vai contar com “quadros altamente especializados”, formados na Alemanha e no Brasil, com a inserção de “tecnologia de ponta” no processo de produção, de maneira a “garantir qualidade, precisão e excelência no produto final, e, sobretudo, contribuir para a saúde visual da população”.

A fábrica foi visitada, na semana, pelo ministro da Economia e Planeamento do país, Mário Caetano João, tendo considerado no final da visita que a infra-estrutura trará “grandes benefícios” para a economia nacional.

“Vai poder impactar positivamente nos custos de aquisição de lentes, pelo facto de serem produzidas localmente, excluindo o custo do transporte internacional, assim como, retira a necessidade de uso de divisas pelos outros centros oftálmicos do mercado”, perspectivou o governante, citado na nota.

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