Empresários moçambicanos analisam projectos avaliados em 1.200 milhões USD

Empresários moçambicanos e o Governo reúnem-se, em Maputo, para analisar o sector e projectos de mais de mil milhões de euros, na Conferência Anual do Sector Privado (CASP), com 2.000 participantes. A 21.ª edição da CASP, o maior fórum moçambicano de diálogo entre os setores privado e público, vai decorrer no Centro Internacional de Conferências…
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Segundo os empresários, estes projectos inserem-se em setores prioritários como agronegócio, agroprocessamento, transporte e logística, infraestruturas, turismo, indústria transformadora, digitalização e economia verde.
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Empresários moçambicanos e o Governo reúnem-se, em Maputo, para analisar o sector e projectos de mais de mil milhões de euros, na Conferência Anual do Sector Privado (CASP), com 2.000 participantes.

A 21.ª edição da CASP, o maior fórum moçambicano de diálogo entre os setores privado e público, vai decorrer no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo, com a sessão de abertura a ser dirigida pelo Presidente da República, Daniel Chapo, prevendo discutir, também com empresários estrangeiros, projectos avaliados em 1.200 milhões de dólares, de acordo com a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), que congrega o setor privado.

Segundo os empresários, estes projectos inserem-se em setores prioritários como agronegócio, agroprocessamento, transporte e logística, infraestruturas, turismo, indústria transformadora, digitalização e economia verde.

O evento decorrerá sob o lema “Produzir, Transformar e Competir: Construindo uma Economia Forte e Resiliente”, realizando-se num contexto económico desafiante, caraterizado por choques climáticos e pressões internas e externas que minam o ambiente de negócios no país, conforme informação da CTA.

“Por isso, o foco, para esta edição, é produzir mais e impulsionar o agronegócio, transformar essa produção em valor acrescentado e competir nos mercados regionais e globais”, adianta a CTA.

São esperadas mais de 2.000 pessoas, entre membros do Governo, empresários, investidores nacionais e internacionais, parceiros de cooperação, académicos e representantes da sociedade civil.

Estão igualmente previstos mais de 50 expositores, bem como a participação de seis países através de delegações bilaterais e de oito instituições financeiras, entre bancos de desenvolvimento, fundos de investimento e agências de crédito com foco nas pequenas e médias empresas.

O programa, diz a Lusa, prevê quatro principais momentos, começando com uma sessão plenária de alto nível, destinada a promover o diálogo público-privado com a presença do chefe de Estado moçambicano. Segue-se um fórum de investimento e parcerias, no qual serão apresentadas oportunidades de negócio com vista a catalisar parcerias e atrair capital para setores estratégicos.

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