Estado Unidos pretendem disponibilizar 71 milhões de dólares para apoiar programas de saúde em Angola

Os Estado Unidos pretendem fornecer cerca de 71 milhões de dólares em Angola para apoiar programas de HIV Sida, malária e segurança em saúde global. Segundo um comunicado a que a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA teve acesso, a implementação surge de um memorando de entendimento de cooperação bilateral em saúde de cinco anos, avançando a Estratégia…
ebenhack/AP
O Departamento de Estado pretende fornecer 71 milhões de dólares para apoiar programas de HIV, malária e segurança em saúde global, enquanto Angola investirá 50 milhões, segundo comunicado.
Economia

Os Estado Unidos pretendem fornecer cerca de 71 milhões de dólares em Angola para apoiar programas de HIV Sida, malária e segurança em saúde global.

Segundo um comunicado a que a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA teve acesso, a implementação surge de um memorando de entendimento de cooperação bilateral em saúde de cinco anos, avançando a Estratégia de Saúde Global América Primeiro na África do Governo Trump.

O protocolo, refere a nota, foi assinado esta Quinta-feira, 19, entre os dois países, que visa a cooperação bilateral de saúde de 121 milhões de dólares para avançar prioridades compartilhadas de saúde e fortalecerá o caminho de Angola rumo à independência da saúde.

“Trabalhando com o congresso, o Departamento de Estado pretende fornecer 71 milhões de dólares para apoiar programas de HIV, malária e segurança em saúde global, enquanto Angola investirá 50 milhões — sendo 30% dedicados a produtos essenciais de laboratório e saúde”, lê-se no documento.

Além disso, ressalta, o memorando inclui 5 milhões de dólares em financiamento global para segurança em saúde para fortalecer a capacidade laboratorial, especialmente em áreas remotas e pouco atendidas, permitindo que Angola detecte e responda melhor e mais rapidamente a possíveis patógenos preocupantes antes que possam se espalhar para os Estados Unidos.

De acordo com o documento, o acordo promove a integração do sector privado, aproveitando tanto empresas americanas quanto angolanas para fortalecer os sistemas de saúde em recursos humanos, gestão de dados e cadeias de suprimentos.

“Os memorandos de entendimento da Estratégia Global de Saúde América Primeiro assinados até agora representam mais de 20,5 bilhões de dólares em novos recursos para a saúde, incluindo mais de 12,7 biliões em assistência dos EUA, além de 7,8 bilhões de dólares em investimento de países beneficiários, baseando-se em décadas de progresso no combate ao HIV/AIDS, malária, tuberculose e outras doenças infecciosas ao redor do mundo”, explica o mesmo comunicado.

Até 19 de Março, salienta, o Departamento de Estado assinou 27 memorandos bilaterais globais de saúde com Angola, Botsuana, Burkina Faso, Burundi, Camarões, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, República Dominicana, El Salvador, Eswatini, Etiópia, Guatemala, Guiné, Honduras, Quênia, Lesoto, Libéria, Madagascar, Malawi, Moçambique, Níger, Nigéria, Panamá, Ruanda, Senegal, Serra Leoa e Uganda.

 

Mais Artigos