Farmacêuticos lusófonos querem criação de ordem profissional em Moçambique

A Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa (AFPLP) apelou às autoridades moçambicanas para criarem a Ordem dos Farmacêuticos de Moçambique, assumindo que ajudará a enfrentar os desafios da saúde pública, segundo um comunicado. “A Ordem dos Farmacêuticos de Moçambique será essencial para enfrentar os desafios da saúde pública, da política do medicamento, da…
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A AFPLP dirigiu uma carta às autoridades moçambicanas defendendo a criação da Ordem dos Farmacêuticos de Moçambique, destacando a sua importância para a valorização da profissão e para o reforço da qualidade e segurança dos cuidados de saúde e prometendo apoiar o processo.
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A Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa (AFPLP) apelou às autoridades moçambicanas para criarem a Ordem dos Farmacêuticos de Moçambique, assumindo que ajudará a enfrentar os desafios da saúde pública, segundo um comunicado.

“A Ordem dos Farmacêuticos de Moçambique será essencial para enfrentar os desafios da saúde pública, da política do medicamento, da segurança dos doentes e da expansão do acesso aos cuidados de saúde”, afirma o secretário-geral da organização, Ricardo Santos, citado no documento.

No comunicado, refere-se que a AFPLP dirigiu uma carta às autoridades moçambicanas defendendo a criação da Ordem dos Farmacêuticos de Moçambique, destacando a sua importância para a valorização da profissão e para o reforço da qualidade e segurança dos cuidados de saúde e prometendo apoiar o processo.

A posição foi formalmente transmitida pela AFPLP ao Presidente da República, à presidente da Assembleia da República e ao ministro da Saúde, apelando à criação da Ordem, que deverá funcionar como uma entidade autónoma de regulação profissional.

“A criação da Ordem dos Farmacêuticos de Moçambique constitui um passo importante para o desenvolvimento da profissão farmacêutica e para o fortalecimento desse sector”, defende a AFPLP.

A instituição, que reúne as associações representativas dos profissionais dos países de língua portuguesa, incluindo Moçambique, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Portugal, destaca o papel destes órgãos na regulação autónoma da profissão para assegurar “padrões elevados de qualificação, ética, responsabilidade e independência no exercício profissional”.

Para a AFPLP, a criação de uma Ordem dos Farmacêuticos em Moçambique permitiria igualmente reforçar a confiança dos cidadãos e das instituições nos profissionais e contribuir para uma maior participação dos farmacêuticos na definição e implementação das políticas de saúde e do medicamento.

A instituição lusófona, diz a Lusa, manifesta a sua disponibilidade para apoiar as autoridades moçambicanas no processo de criação da futura ordem profissional, considerando que o processo constitui uma oportunidade para Moçambique demonstrar o seu compromisso com a valorização e o desenvolvimento da profissão farmacêutica no XV Congresso Mundial dos Farmacêuticos de Língua Portuguesa, que decorrerá em Maputo de 25 a 27 de Novembro deste ano.

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