Gâmbia quer aumentar importações de inertes de Cabo Verde

A Gâmbia quer aumentar as importações de inertes de Cabo Verde, sobretudo de basalto, e reforçar oportunidades de negócio nos sectores agroalimentar, construção civil e turismo, no âmbito de um protocolo assinado. "O protocolo é de uma importância vital para as relações entre os dois países", afirmou o presidente da Câmara de Comércio de Sotavento (CCS),…
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"A Gâmbia é um grande importador atualmente de inertes de Cabo Verde e quer estender realmente essas importações na área do basalto", afirmou o presidente da Câmara de Comércio de Sotavento, Marcos Rodrigues.
Economia

A Gâmbia quer aumentar as importações de inertes de Cabo Verde, sobretudo de basalto, e reforçar oportunidades de negócio nos sectores agroalimentar, construção civil e turismo, no âmbito de um protocolo assinado.

“O protocolo é de uma importância vital para as relações entre os dois países”, afirmou o presidente da Câmara de Comércio de Sotavento (CCS), Marcos Rodrigues.

O responsável falava após a assinatura de um protocolo com a Câmara de Comércio e Indústria da Gâmbia (GCCI), que termina nesta Sexta-feira uma missão empresarial a Cabo Verde.

O acordo prevê missões empresariais, encontros entre empresas, fóruns de negócios e acções de capacitação, com o objectivo de facilitar o acesso aos mercados dos dois países e criar parcerias.

Marcos Rodrigues destacou o interesse da Gâmbia em aumentar as importações de inertes de Cabo Verde, sobretudo basalto e outros materiais destinados à construção e ao desenvolvimento de infra-estruturas.

“A Gâmbia é um grande importador atualmente de inertes de Cabo Verde e quer estender realmente essas importações na área do basalto”, afirmou o presidente da CCS, acrescentando que a exportação de produtos cabo-verdianos para aquele mercado “já é uma realidade”.

A missão permitiu ainda identificar oportunidades no setor agroalimentar, da construção civil e do turismo, enquanto a Gâmbia apresenta capacidade de investimento, nomeadamente na área turística, segundo Marcos Rodrigues.

O responsável, citado pela Lusa, apontou também a formação profissional dos empresários dos dois países como uma possível área de cooperação.

A vice-presidente da Câmara de Comércio e Indústria da Gâmbia (GCCI), Fatou Jallow, considerou que o protocolo permitirá aos dois países trabalhar “mais próximos”, defendendo o reforço da cooperação empresarial e do investimento.

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