Gilberto Rodrigues Caliatu tomou posse esta Terça-feira, 2, como administrador não-executivo do Banco Nacional de Angola (BNA), reforçando a equipa de governação da instituição responsável pela condução da política monetária e cambial do país.
A cerimónia de investidura foi presidida, em Luanda, pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, na sequência da nomeação efectuada pelo Presidente da República, João Lourenço, através do Despacho Presidencial n.º 143/26, de 20 de Abril.
Na ocasião, José Massano manifestou confiança no contributo que o novo administrador poderá trazer ao banco central, sublinhando que a sua experiência profissional representa uma mais-valia para o fortalecimento institucional do BNA e para o cumprimento da sua missão.
O governante destacou ainda o papel dos administradores não-executivos na preservação da estabilidade e continuidade da governação da instituição, numa altura em que o banco central continua a desempenhar funções decisivas na gestão da política monetária, na supervisão do sistema financeiro e na manutenção da estabilidade macroeconómica.
Segundo Massano, a entrada de Gilberto Rodrigues Caliatu permitirá reforçar as capacidades do BNA, contribuindo para a solidez institucional e para a prossecução dos objectivos definidos pela autoridade monetária.
Por sua vez, o novo administrador não-executivo assegurou que a sua actuação estará alinhada com as atribuições do Banco Nacional de Angola enquanto entidade responsável pela emissão monetária, banqueiro do Estado e autoridade encarregue da execução das políticas monetária e cambial.
Gilberto Caliatu explicou que as suas funções estarão particularmente concentradas nas áreas de fiscalização, monitorização e controlo, com foco no reforço dos mecanismos de supervisão e na robustez do sistema financeiro nacional.
A nomeação surge num contexto em que o fortalecimento da governação das instituições financeiras e a credibilidade das autoridades reguladoras permanecem factores relevantes para a estabilidade económica e para a consolidação da confiança dos agentes económicos e investidores no mercado angolano.





