Maputo prevê adquirir 300 autocarros eléctricos

A Corporação Financeira Internacional (IFC), do grupo Banco Mundial, vai apoiar a empresa de transportes de passageiros MetroBus, de Maputo, na transição da frota para autocarros eléctricos, cujos primeiros 10 são esperados em Outubro. De acordo com informação prestada hoje por fonte da MetroBus, que opera os transportes públicos de passageiros na Área Metropolitana de…
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Os 10 primeiros autocarros eléctricos de 18 metros que deverão entrar ao serviço em outubro. A empresa MetroBus prevê a entrega de outros 10 até Fevereiro do próximo ano.
Economia

A Corporação Financeira Internacional (IFC), do grupo Banco Mundial, vai apoiar a empresa de transportes de passageiros MetroBus, de Maputo, na transição da frota para autocarros eléctricos, cujos primeiros 10 são esperados em Outubro.

De acordo com informação prestada hoje por fonte da MetroBus, que opera os transportes públicos de passageiros na Área Metropolitana de Maputo, a empresa e a IFC assinaram um acordo para esse efeito na Quarta-feira, o qual prevê a aquisição de 300 autocarros eléctricos e instalação da respetiva rede de carregamento até 2025.

Além dos 10 primeiros autocarros eléctricos de 18 metros que deverão entrar ao serviço em outubro, a MetroBus prevê a entrega de outros 10 até Fevereiro do próximo ano.

“A IFC apoiará a MetroBus na preparação de um plano de negócios viável para expandir os seus serviços de transporte para atender à procura crescente na Área Metropolitana de Maputo e transitar as suas operações de veículos movidos a combustíveis fósseis para autocarros”, refere a empresa.

A MetroBus diz que “planeia transitar a sua frota de autocarros movidos a diesel, que são poluentes e dispendiosos, para autocarros mais ecológicos, com propulsão eléctrica e emissões de gases com efeito de estufa limitadas a zero”, e “expandir as suas operações para atender novas rotas”.

“Para alcançar as suas ambições de crescimento, a MetroBus está a preparar planos de investimento para autocarros eléctricos e a infra-estrutura de carregamento necessária”, explica a empresa, citada pela Lusa.

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