Ministério dos Transportes de Angola aposta em infra-estruturas integradas para facilitar produção nacional

Dinamizar e facilitar processos de lançamento de concessões, parcerias estratégicas e investimentos privados, garantir acesso a serviços básicos e oportunidades em zonas urbanas e rurais, redução de custos de transporte e melhora de prazos de entrega à nível dos diferentes corredores logísticos e apoio aos sectores produtivos como agricultura, indústria e sector mineiro são algumas…
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“Somos um sector servidor. Portanto, estamos aqui para servir a economia e o conjunto dos outros sectores, seja indústria, agricultura, comércio e turismo”, diz ministro Ricardo Viegas D’Abreu..
Economia

Dinamizar e facilitar processos de lançamento de concessões, parcerias estratégicas e investimentos privados, garantir acesso a serviços básicos e oportunidades em zonas urbanas e rurais, redução de custos de transporte e melhora de prazos de entrega à nível dos diferentes corredores logísticos e apoio aos sectores produtivos como agricultura, indústria e sector mineiro são algumas metas do Ministério dos Transportes de Angola.

A informação foi avançada esta Quarta-feira, 03, pelo ministro dos Transportes, Ricardo Viegas D’Abreu, que falava na primeira edição do “Executive Breakfast – Sector de Transportes & Banca”, um evento de pequeno-almoço executivo de alto nível, organizado pela FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, sob iniciativa do Ministério dos Transportes (MINTRANS).

Com isso, de acordo com o ministro, a ideia é ter as infra-estruturas integradas a nível nacional para facilitar a produção nacional e a dinamização dos diferentes sectores da economia.

“Somos um sector servidor. Portanto, estamos aqui para servir a economia e o conjunto dos outros sectores, seja indústria, agricultura, comércio e turismo. Para nós, é muito importante conseguirmos garantir a integração de todos os nossos sistemas, apoiar a economia doméstica, garantir a competitividade logística”, referiu.

O sector dos transportes, disse, passa a ser determinante quando, efectivamente, os custos da logística são muito elevados.

“Isso tem um impacto necessariamente no consumidor final e no rendimento das famílias, que deixam de exercer outro tipo de despesas”, sublinhou.

Falando detalhadamente da integração regional, Ricardo Viegas D’Abreu afirmou ser importante para viabilizar alguns investimentos em carteira.

“As reformas em curso vão permitir ter um fluxo de pagamentos mais previsível, menos incertezas, menor risco regulatório. Hoje temos, por via das concessões, muitas das nossas organizações com capacidade de prever aquilo que será a arrecadação de receitas nos próximos 20 anos”, assegurou.

Aceda à apresentação do Ministro dos Transportes no link abaixo.

Sector dos Transportes e Banca Nacional

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