União Europeia financia quatro projectos de direitos humanos em Angola com 850 mil euros

A delegação da União Europeia (UE) em Angola assinou os contratos de financiamento de quatro projectos na área dos direitos humanos, que vão receber um total de 850 mil euros. Os quatro projectos, com duração de dois a três anos, foram seleccionados na sequência de um convite à apresentação de propostas, com vista a reforçar a…
ebenhack/AP
Quatro projectos que defendem os direitos humanos em Angola vão ser financiados pela União Europeia. Serão canalizados 850 mil euros para apoiar projectos, por exemplo, contra a violência de género.
Economia

A delegação da União Europeia (UE) em Angola assinou os contratos de financiamento de quatro projectos na área dos direitos humanos, que vão receber um total de 850 mil euros.

Os quatro projectos, com duração de dois a três anos, foram seleccionados na sequência de um convite à apresentação de propostas, com vista a reforçar a proteção e respeito pelos direitos humanos, a democracia e as liberdades fundamentais em Angola, nas áreas de maior risco.

Em concreto, pretendia-se projectos que contribuíssem para a promoção dos direitos sexuais e reprodutivos, combate à violência baseada no género e fortalecer o direito à informação e da liberdade de expressão.

Segundo a Lusa, foram seleccionados os projectos “Pelas Meninas e Mulheres de Cabinda”, das organizações World Vision e Salesianos Dom Bosco de Angola, que pretende fortalecer organizações da sociedade civil e criar uma rede de activistas pela eliminação da violência de género, e a “Ampliando direitos, construindo o futuro” da ADRA – Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente, que defende o respeito pelos direitos sexuais e reprodutivos de adolescentes e jovens, e a redução da vulnerabilidade nas zonas rurais das províncias do Huambo e de Malanje.

Os projectos “Mudança”, da Liga de Apoio à Integração dos Deficientes (Lardef), direcionado à inclusão social e económica das pessoas com deficiência em Angola, e “A Voz do Jornalista – Fase II”, implementado pela Radio Ecclésia e o Sindicato de Jornalistas Angolanos, para reforçar o papel dos jornalistas em termos de garantia dos direitos humanos e à liberdade de imprensa e informação também foram escolhidos.

Mais Artigos