“Empresas chinesas e indianas são as que mais oferecerem ambiente laboral precário em Angola”, aponta especialista

Algumas empresas chinesas e indianas, que operam em Angola, são as que mais oferecem ambiente laboral precário, colocando em causa a vida dos colaboradores, apontou esta Quarta-feira, 22, em Luanda, o especialista de segurança no trabalho, José Fonseca. O responsável falava à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, no final do FISSO – Fórum Internacional de Segurança e…
Por
Pedro Mbinza

Cabo Verde cresce 42,7% com movimento de passageiros de cruzeiro

Cabo Verde recebeu nos primeiros três meses de 2026, um total de 36.515 passageiros de cruzeiro, aumentando assim o movimento de viajantes para 42,7%, quase 11 mil a mais que no mesmo período de 2025. Segundo o documento oficial, o novo terminal do Porto Grande, em Mindelo, impulsionou este aumento, com crescimentos também registados na…
Por
Napiri Lufania

BAD aprova 927,9 milhões USD em investimentos na África Lusófona desde 2019

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) aprovou um total acumulado de 927,9 milhões de dólares em investimentos na África Lusófona, conhecida como Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), desde a sua criação em 2019. Só durante o período abrangido pelo relatório, a carteira cresceu 26%, passando de 735,6 milhões de dólares para 927,9 milhões…
Por
Pedro Mbinza

Cabo Verde atribui garantia soberana de 37 milhões de euros à empresa estatal de telecomunicações

O Governo cabo-verdiano anunciou a atribuição de uma garantia soberana de 37 milhões de euros à empresa estatal de telecomunicações para acompanhar um financiamento do Banco Europeu de Investimento (BEI) para modernização de infra-estruturas. O financiamento do BEI, no quadro da iniciativa Global Gateway, promovida pela União Europeia (UE), destina-se à renovação do cabo submarino…
Por
Forbes Staff

Manifestações pós-eleitorais derrapam receitas do Estado moçambicano em 2025

As manifestações pós-eleitorais em Moçambique e a redução dos impostos pagos por empresas de hidrocarbonetos e pela banca fizeram derrapar as receitas do Estado moçambicano em 2025, que ficaram 441 milhões de euros abaixo das previsões. De acordo com dados do Ministério das Finanças consultados, a cobrança da receita do Estado atingiu em todo o…
Por
Pedro Mbinza