“Estabelecemos uma base para o futuro das nossas relações bilaterais” –  Luís Montenegro

O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, assegurou esta Quinta-feira, em Benguela, que o seu país estabeleceu, para o futuro, uma base de aprofundamento das relações bilaterais com Angola, que diz ser absolutamente excelente. Durante o terceiro e último dia da visita de Estado a Angola, Luís Montenegro visitou naquela província várias zonas industriais e logísticas que…
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Primeiro-ministro português visitou o Corredor do Lobito e o Porto do Lobito, onde diz que testemunhou as oportunidades que se abrem em outras áreas da actividade económica, como agroindústria.
Economia

O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, assegurou esta Quinta-feira, em Benguela, que o seu país estabeleceu, para o futuro, uma base de aprofundamento das relações bilaterais com Angola, que diz ser absolutamente excelente.

Durante o terceiro e último dia da visita de Estado a Angola, Luís Montenegro visitou naquela província várias zonas industriais e logísticas que são apostas claras de investimento português em Angola.

“Hoje mesmo tivemos a ocasião em Benguela e no Lobito de assistir a várias intervenções de empresas portuguesas que estão diversificadas com produção de energia renovável, aplicação de tecnologia de engenharia portuguesa, construção civil que é um elemento importante”, detalhou.

O primeiro-ministro visitou ainda o Corredor do Lobito e o Porto do Lobito, onde testemunhou as oportunidades que se abrem em outras áreas da actividade económica, como na agroindústria, no turismo, em várias oportunidade de comércio e de serviços, assim como disponibilização de conhecimento.

“Portanto, é uma visita que é carrada de uma palavra de esperança e de oportunidade. Nós temos, de facto, aqui um país amigo, uma nação e um Governo que colaboram de uma forma muito directa coonosco”, disse.

Recorde-se que o chefe do Governo português anunciou esta semana, em Luanda, o reforço da linha de crédito Portugal-Angola em mais de 500 milhões de Euros, que se somam aos 2 mil milhões actuais.

A linha de financiamento resulta da assinatura de 12 instrumento, sob forma de memorando de entendimento e contratos de cooperação, que abrangem as áreas do ensino superior, finanças, turismo, formação técnico-profissional, segurança pública, saúde, trabalho, administração pública, pescas e regulação farmacêutica.

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