MCA e INEFOP promovem formação e empreendedorismo em Angola

O Grupo MCA e o Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP) assinaram esta semana um protocolo, que visa elevar os níveis de competências por via da formação profissional, oferta e inserção de estagiários na organização, promoção da empregabilidade, capacitação e disseminação da cultura do empreendedorismo, junto das comunidades para o desenvolvimento de projectos…
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Grupo MCA e INEFOP assinaram um protocolo que permite a criação de postos de trabalho, no âmbito da aplicação das Políticas Activas do Mercado de Trabalho ao nível da empresa MCA.
Economia

O Grupo MCA e o Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP) assinaram esta semana um protocolo, que visa elevar os níveis de competências por via da formação profissional, oferta e inserção de estagiários na organização, promoção da empregabilidade, capacitação e disseminação da cultura do empreendedorismo, junto das comunidades para o desenvolvimento de projectos sustentáveis.

O acordo  permite a criação de postos de trabalho, no âmbito da aplicação das Políticas Activas do Mercado de Trabalho ao nível da empresa MCA, em estrito alinhamento com o plano estratégico do INEFOP 5.0 e o mote da empresa, “empoderando vidas por gerações” como objecto fundamental deste protocolo.

Segundo uma nota, os colaboradores contratados pela MCA vão passar a beneficiar de um curso de empreendedorismo e gestão básica de negócios certificado pelo INEFOP para que sejam capazes de desenvolver, implementar e gerir o próprio negócio. 

Deste modo, a MCA compromete-se que, no mínimo, 50% das vagas de funções operacionais a contratar localmente sejam ocupadas pelos candidatos seleccionados pela delegação do INEFOP na região onde a empresa apresentar necessidade de mão-de-obra.

A presidente do conselho de administração da MCA Angola, Elisabete Alves, este protocolo é a demonstração do nosso compromisso público de continuar a apostar na inovação, em projectos e acções de capacitação que ajudam os nossos colaboradores e as próximas gerações a obterem rendimentos com negócios próprios.

Já o director-geral-adjunto do INEFOP, António Pereira, reconheceu o papel do sector privado e este protocolo que visa aproximar o sector público e privado, com vista a adopção de medidas para a  melhoria do desempenho dos sistemas nacionais de emprego e formação profissional.

O protocolo tem a duração de três anos e pode ser renovado automaticamente por igual período.

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