O chefe de Estado de Cabo Verde, José Maria Neves, felicitou, nesta Segunda-feira, o presidente do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), Francisco Carvalho, e o partido, pela vitória nas Eleições Legislativas de Domingo, 17 de Maio, com maioria absoluta, garantindo o regresso do PAICV à governação do país.
“Aproveito esta oportunidade para apresentar-lhe as minhas mais sinceras felicitações por essa manifestação inequívoca de confiança das cabo-verdianas e dos cabo-verdianos na sua pessoa, no país e na Diáspora”, lê-se na carta endereçada ao líder do PAICV.
Na missiva, o Chefe de Estado considerou tratar-se de uma “vitória da Democracia, da tolerância, da reconciliação, da diversidade, da inclusão e que, espero, contribuirá para a criação de um clima de diálogo e de entendimentos sobre os principais desígnios nacionais”.
José Maria Neves considerou a “trajectória de entrega e dedicação à causa pública e a experiência que acumulou à frente do maior e mais desafiante Município do país” atributos que, certamente, contribuirão para o seu sucesso no exercício das mais elevadas funções ao serviço de Cabo Verde.
O mais alto magistrado da Nação aproveitou o ensejo para desejar a Francisco Carvalho “muita saúde e excelente desempenho da sua missão, tendo em vista, nomeadamente, a construção de um futuro de liberdade, tolerância, estabilidade e progresso para a Nação cabo-verdiana”.
Ainda nas primeiras desta Segunda-feira, recorde-se, José Maria Neves, na sua página pessoal no Facebook, já havia felicitado todos os partidos políticos pela participação nas legislativas, destacando a aceitação tranquila dos resultados por todos os actores políticos e os ganhos para a democracia, que sai robustecida.
“Passado o embate eleitoral, é tempo agora de arregaçar as mangas para enfrentar os grandes desafios por que passa o país e o mundo, nesta era de roturas”, instou o Chefe de Estado, lembrando que “as grandes reformas exigem diálogo e entendimentos, que devem ser construídos com inteligência e sabedoria, como sempre fizemos prova”.
O processo eleitoral concluir-se-á com a constituição da Assembleia Nacional, a posse do Governo, e aprovação da moção de confiança, no Parlamento.





