A excelência em responsabilidade social empresarial em Angola será hoje distinguida, na gala dos Prémios Forbes Responsabilidade Social 2026, que terá lugar no Hotel Intercontinental Luanda, no Miramar, a partir das 19h00. Num momento que cruza reconhecimento, prestígio e visão estratégica, serão conhecidos os vencedores entre 30 organizações finalistas, podendo uma delas conquistar o mais alto galardão da noite: o “Grande Prémio Responsabilidade Social 2026”.
Distribuídas por dez categorias, as instituições nomeadas representam alguns dos mais relevantes actores dos sectores público e privado, reflectindo o crescente compromisso das empresas com práticas sustentáveis e impacto social. Do sector financeiro às telecomunicações, passando pela indústria extractiva, logística ou seguros, os nomeados evidenciam uma tendência clara: a responsabilidade social deixou de ser periférica para se afirmar como eixo central da estratégia empresarial.
Na categoria “Sector Financeiro” disputam o prémio o Banco de Comércio e Indústria (BCI), a Fundação BFA e o Standard Bank Angola (SBA). Em Engenharia e Construção, concorrem a Omatapalo, a Mota-Engil e a Soapro. Já em Agricultura, Transporte e Logística, a distinção será atribuída entre a Allora, a DHL Angola e a Royal Grown Group, enquanto no segmento de Seguros estão nomeadas a Nossa Seguros, a Viva Seguros e a Protteja Seguros.
No Sector Público Empresarial, figuram como finalistas a Endiama, a TAAG e o Porto do Lobito. Em Comércio e Indústria, competem a Gulkis, a JLDI – Consultoria e Prestação de Serviços e a Prometeus. Na categoria Minas, destacam-se a Fundação Brilhante, a Sociedade Mineira de Chitotolo e a Sociedade Mineira do Luele. Já em Petróleo e Gás, estão na fase final a Pumangol, a Alford Petroleum e a Cabinda Oil Refinery. As áreas de Telecomunicações e Tecnologias de Informação contam com a Multitel, a Solutec e a Teramed Sistemas de Saúde, enquanto, entre os Heróis Anónimos, a distinção será disputada pela Associação Mundo a Ler, Liga Angolana Contra o Cancro e Fundação Gianni Gaspar Martins.
Mais do que distinguir, os Prémios Forbes Responsabilidade Social posicionam-se como uma plataforma de inspiração e partilha de boas práticas, promovendo uma cultura empresarial orientada para o impacto positivo.
A edição de 2026 conta com um júri presidido pelo economista Armando Manuel, integrando ainda personalidades de reconhecido mérito nas áreas da política, finanças, liderança empresarial e comunicação, nomeadamente Ângela Bragança, Waldemar Bento, José Caetano da Silva e Nilza Rodrigues. A composição do painel reforça a credibilidade e o rigor do processo de selecção, num prémio que se afirma como referência no ecossistema empresarial angolano.
Integrada nas celebrações do Mês da Paz, a gala assume também um forte simbolismo nacional. A escolha do período não é casual. Sublinha a relação intrínseca entre responsabilidade social, estabilidade e desenvolvimento sustentável, lembrando que o verdadeiro crescimento económico só se consolida quando sustentado por inclusão, equidade e investimento nas pessoas.
Mais do que distinguir, os Prémios Forbes Responsabilidade Social posicionam-se como uma plataforma de inspiração e partilha de boas práticas, promovendo uma cultura empresarial orientada para o impacto positivo. Num contexto global em que os desafios sociais, ambientais e económicos exigem respostas cada vez mais estruturadas, reconhecer iniciativas transformadoras torna-se não apenas relevante, mas imperativo.
Após o sucesso das edições anteriores, esta iniciativa consolida-se como um barómetro da maturidade do tecido empresarial nacional no domínio da responsabilidade social. Ao valorizar projectos nas áreas da educação, saúde, sustentabilidade ambiental e inclusão social, os prémios contribuem activamente para a construção de uma economia mais resiliente e de uma sociedade mais equilibrada.
A noite será ainda marcada por momentos de celebração cultural, com a actuação do músico cabo-verdiano Grace Évora, e por homenagens a duas figuras incontornáveis do espaço lusófono: Pedro Pires (antigo Presidente de Cabo Verde) e Graça Machel (activista dos direitos humanos), que serão distinguidos com o Prémio “Individualidade Lusófona 2026”, reconhecendo o seu percurso e impacto na promoção dos direitos humanos e do desenvolvimento em África.
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